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Concurso Ibama: pesquisadores cobram edital em audiência com ministro do STF

Durante a audiência pública sobre o Fundo do Clima, que foi convocada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), um grupo de pesquisadores da área ambiental cobrou um novo concurso Ibama. Participaram do debate representantes de órgãos de fiscalização, de proteção aos índios, da indústria, de investimentos em políticas ambientais e dos estados.

O presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim, destacou sobre os esforços e as dificuldades que o instituto tem enfrentado para atuar na fiscalização e na autuação de crimes ambientais. “O Ibama trabalha no limite de sua capacidade e de suas atribuições, onde só consegue cobrar 1% das multas autuadas por danos ambientais”, disse Bim.

Bim ainda afirmou que “há no órgão uma perda histórica de quadros desde 2010, o que contribui para a queda nas autuações das infrações ambientais e no ressarcimento na área cível das multas aplicadas”.

Também esteve presente o diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio, Marcos de Castro Simnovic, que afirmou que o instituto também sofre com a falta de pessoal para gerir e proteger suas 334 unidades de conservação distribuídas em 171 milhões de hectares, 92 milhões deles em santuários marítimos como Fernando de Noronha, Abrolhos e Atol das Rocas.

Simnovic lembrou que o ICMBio foi criado em 2007 e que desde 2015 não há concurso para contratação de pessoal. Assim, a solução tem sido buscar ferramentas e tecnologia para ajudar na conservação das unidades.

A audiência pública visa debater a captação de recursos para Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo do Clima) e a forma de usá-los em políticas públicas voltadas à preservação ambiental no Brasil. Os debates prosseguem nesta terça-feira (22/09).

Saiba mais sobre o pedido do concurso Ibama

A expectativa é de que um novo edital do concurso Ibama seja publicado até 2021. O órgão encaminhou novo pedido de autorização para o Ministério da Economia para o preenchimento de 2.311 vagas, destinadas para as carreiras de técnico administrativo, analista administrativo e analista ambiental.

Do total de postos, 1.005 são para o cargo de técnico administrativo, 970 são para analista ambiental e 336 para analista administrativo.

Para concorrer aos cargos de analista ambiental e analista administrativo deve-se ter nível superior completo, enquanto a colocação de técnico administrativo aceita profissionais com apenas ensino médio.

Atualmente, as remunerações iniciais correspondem a R$ 3.712,72 para técnico e a R$ 7.760,45 para analista. Nesses valores já está incluso o auxílio-alimentação de R$ 458.

O novo pedido é maior que o anterior, encaminhado em 2019, que era de 2.054 postos, para os mesmos cargos.

Gostou do conteúdo? Ficou interessado em algum concurso para 2020? Então fique de olho na abertura dos editais para concurso público  e continue acompanhando nossas notícias para se manter informado.

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