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Dicas Para Resolução de Questões de Raciocínio Lógico

A resolução de questões de raciocínio lógico é uma habilidade necessária para quem vai prestar uma grande prova ou concurso. Entretanto, nem todas as perguntas são simples e podem ser respondidas com um modo rápido de pensar.

Entender como funciona o valor lógico e o que a questão realmente exige é essencial para um bom desempenho!

 

1. Entenda que a resolução de questões de raciocínio lógico nem sempre é óbvia 

Na hora de prestar um concurso público, algumas questões de raciocínio lógico podem parecer muito tranquilas e claras, mas elas nem sempre são assim.  Por isso, você precisa entender todos os conceitos envolvidos na teoria para, então, aplicá-los.

Muitas vezes, o raciocínio pode enganar e dar a entender que uma resposta é a correta, sendo que, ao aplicar os conceitos mais teóricos, é possível concluir que ela é, na verdade, a alternativa errada. 

Ou seja, a resolução de questões de raciocínio lógico é algo que exige mais do que um pensamento rápido ou uma visão geral do exposto no texto. Existem técnicas que precisam ser estudadas!

 

 2. Conheça as estruturas lógicas 

As questões de raciocínio lógico são formadas por afirmações (verdadeiras ou falsas) chamadas de proposições. Para respondê-las você precisa conhecer algumas estruturas, expostas por meio de símbolos chamados conectivos lógicos:

Conjunção (^ ou a letra “e”)

Nesse caso, duas proposições são unidas para formar uma terceira. Ela só será verdadeira se as duas forem verdadeiras. Um exemplo seria: “O número 10 é par e 12 é maior que ele.”

Disjunção (v ou a expressão “ou”)

A disjunção, diferentemente da anterior, terá um resultado verdadeiro se uma das proposições for verdadeira. É o caso de “13 é ímpar ou quatro é maior de 11”.

Percebe? Embora a frase acima pareça uma resposta incorreta, já que quatro não é maior do que 11 , ela seria a opção certa. Isso porque a disjunção só precisa que uma das afirmações propostas seja real, no caso a primeira, já que 13 é ímpar.

Negação (¬ ou “não”)

No caso da negação, a ideia é mais simples, pois nada mais é do que tornar uma proposição verdadeira, falsa, pelo uso do “não”. A frase “o número dois não é ímpar” é um exemplo.

Bicondicional (<-> ou “se e somente se”)

A bicondicional também é conhecida como equivalência, em que a primeira proposição só será verdadeira se a segunda for verdadeira, ou ambas serão falsas. Veja: “12 é maior que 10 se e somente se três for menor que nove.”

Condicional (-> ou “se…então”) 

A condicional é uma relação muito comum na resolução de questões de raciocínio lógico. Funciona com base em condição, ou seja, se a primeira proposição for verdadeira, a segunda também será. “Se Roberto colocou os tênis, então agora ele está calçado.”

No caso, o que você deve entender aqui é que ninguém sabe se Roberto de fato colocou os tênis, certo? Então, se nada provar isso, a primeira afirmação deve ser tomada como incerta e você deve tentar atestar se ela é verdadeira ou não com outras partes do texto.

 

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