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Concurso Funai: órgão sofre com alta defasagem de servidores

O concurso Funai (Fundação Nacional do Índio) segue na pauta de análise do Ministério da Economia. De acordo com informações do órgão, o pedido é para 1.908 vagas para suprir a alta defasagem da fundação governamental.

Consta no requerimento que a Funai possui, atualmente, 2.767 postos vagos, já descontadas as perdas de 114 vagas recentemente extintas pelo decreto nº 9.754/2019.

O órgão ainda relatou que “há um agravamento referente ao histórico de anos de ausência de concursos, o que prejudicou a transferência de conhecimentos entre servidores veteranos e recentes, bem como a manutenção do equilíbrio da força de trabalho ao longo do tempo. Neste cenário, deve-se, ainda, considerar que, atualmente, a grande maioria dos servidores possuem idade acima de 50 anos, ou seja, devido a previsão de um ritmo maior de aposentadorias e consequente redução nos quadros de servidores da Funai suscita-se preocupação com relação à continuidade do cumprimento das atividades e acende o alerta da necessidade de recomposição da força de trabalho da Funai. Cumpre ressaltar, que a análise não parte de um olhar para o passado sobre a força de trabalho, mas sim, de um olhar no presente com impacto nos próximos anos, quanto à necessidade urgente de fortalecer a equipe técnica da Funai.”

Há chances para candidatos com formação superior e estão distribuídas entre os seguintes cargos: indigenista especializado (156), assistente social (19), economista (18), administrador (15), antropólogo (14), engenheiro (13), sociólogo (11), contador (8) e psicólogo (4). Neste caso, os vencimentos são de R$ 5.962,87 mais o vale-alimentação de R$ 458.

São 1.560 ofertas de ensino médio para a carreira de agente indigenismo. A remuneração inicial corresponde a R$ 4.891,07 mensais, sem incluir o auxílio-alimentação no valor R$ 458.

O requerimento foi encaminhado no final de maio ao Ministério da Economia e a expectativa é de que o concurso Funai aconteça em 2020.

Veja como foi o último concurso Funai

Em 2016, a fundação promoveu seleção para o preenchimento de 220 oportunidades de nível superior para indigenista especializado (202), contador (6), engenheiro agrônomo (5), engenheiro agrimensor (4) e engenheiro civil (3).

Sob a organização da Esaf, o concurso Funai teve 100 questões de múltipla escolha sobre conhecimentos gerais (língua portuguesa, raciocínio lógico e quantitativo, direito constitucional e administrativo, legislação indigenista, informática básica e administração pública) e conhecimentos específicos.

Os participantes também foram submetidos um exame discursivo, que consistiu no desenvolvimento de um estudo de caso sobre matérias integrantes do conteúdo específico de cada cargo. O texto deveria ter entre 45 e 60 linhas.

As avaliações aconteceram nas cidades de Rio Branco/AC, Maceió/AL,Manaus/AM, Tabatinga/AM, São Gabriel da Cachoeira/AM, Macapá/AM,Salvador/BA, Fortaleza/CE, Brasília/DF, Vitória/ES, Goiânia/GO, São Luís/MA, Imperatriz/MA, Belo Horizonte/MG, Campo Grande/MS, Dourados/MS,Cuiabá/MT, Sinop/MT, Belém/PA, Altamira/PA, João Pessoa/PB, Recife/PE,Teresina/PI, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ, Natal/RN, Porto Velho/RO,Ji-Paraná/RO, Boa Vista/RR, Porto Alegre/RS, Florianópolis/SC, Aracajú/SE, São Paulo/SP e Palmas/TO.

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